Cintos para todos os gostos

Cintos para todos os gostos

De tecido, couro ou metal, o cinto deixou de ser um mero coadjuvante para ganhar papel de destaque nas produções.

Inicialmente usado apenas por homens, para sustentar as calças e criar uma silhueta que mostrasse imponência, o cinto encontrou espaço no universo feminino por volta de 1850, por influência da art nouveau, quando passou de acessório funcional para ícone de estilo, ganhando cores, formas e aplicações variadas. Mais tarde, com a inserção da mulher no mercado de trabalho, a peça viria a conferir uma áurea mais feminina às calças e aos macacões industriais, se popularizando e tornando-se um atributo a mais para o figurino.

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Depois de cair em desuso na década de 1920 devido aos modelos largos e de cintura baixa da época, o cinto foi se modernizando a fim de ressaltar as curvas das mulheres, que passaram a aderir à tendência pin-up. A partir daí, ele passou a ganhar espaço de destaque nas produções, dando bossa a vestidos, saias e até mesmo peças mais masculinizadas. Para a empresária Drica Câmara, gerente à frente da Forum na cidade, o acessório é um elemento essencial para quem quer levar o look básico para outro nível. “A diferença é impressionante. Um cinto largo, por exemplo, pode trazer um ar de sofisticação ao macacão jeans, enquanto um mais fininho confere elegância e romantismo aos vestidos mais leves”, comenta.

As mais ousadas podem, ainda, apostar no item de estilo mais rocker, com tachas e fivelas metalizadas ou até mesmo em um completamente feito de argolas, como o do estilista francês Yves Saint Laurent, sucesso absoluto na década de 70. A dica é, apenas, ficar atenta a qual modelo valoriza mais cada tipo de corpo. “Os mais delicados são ideais para quem tem quadril estreito, pouca cintura e seios pequenos. Já as mais curvilíneas ficam lindas com cintos mais estruturados que destacam ainda mais as curvas. Só é preciso tomar cuidado para não evidenciar as gordurinhas, celulites, ou outras imperfeições, principalmente na barriga e nas costas”, finaliza a especialista.

Rapha

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