Férias: como proteger a pele do sol e calor excessivo?

Férias: como proteger a pele do sol e calor excessivo?

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Sol, mar, calor… três combinações associadas às férias que, inegavelmente, fazem bem para a saúde mental e espiritual. Para a pele, entretanto, estes ingredientes podem trazer prejuízos e conseqüências desagradáveis, caso não haja a proteção e os cuidados adequados.

Brotoejas, por exemplo, estão entre as mais comuns. Segundo a dermatologista Luciana Lócio, para evitá-las, por exemplo, a dica é aumentar o número de banhos e usar roupas frescas. “Principalmente em crianças que sãos mais suscetíveis ao problema por terem menor imunidade e maior permeabilidade cutânea”, explica. Quanto ao tratamento ideal, a indicação é o uso de loções calmantes como talcos líquidos e pasta d´água. Não é apenas o calor, entretanto, devido à incidência solar ou febre alta, o único causador das brotoejas. O uso de roupas com materiais sintéticos como poliamida, poliester, nylon e acetato também podem fazê-las surgir.

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Quanto às crianças, é importante estar atento também a alguns fatores como condições ambientais desfavoráveis; contato e absorção de produtos irritantes; desidratação; fricção; queimadura de sol e alteração da flora bacteriana cutânea. “Crianças acima de seis meses não devem ter exposição solar maior do que 10 minutos. De preferência, sempre com roupas frescas e com proteção UV nas mesmas. Crianças de 6 meses a 1 ano podem usar fotoprotetor solar com fatores físicos apenas, e de 30 a 60. Em qualquer idade , ate 12 anos, é importante evitar exposição solar das 10 às 16 horas”, conclui. Antes dos seis meses, a proteção deve se dar com o uso de bonés, roupas adequadas, guarda-sol e a não exposição da criança, de qualquer idade na verdade, ao sol das dez da manhã as quatro da tarde.Tanto para crianças ou adultos, é importante evitar o uso de muita roupa, principalmente em dias quentes.  Outra dica é utilizar roupas de algodão ou fibra natural, pois roupas sintéticas costumam reter o calor e o suor.

 

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Outra consequência trazida pela exposição solar excessiva pode ser o câncer de pele. Segundo Luciana Lócio, entretanto, a maioria dos casos pode ser evitada com medidas simples como uso do fotoprotetor solar diariamente e exame semestral das lesões em pacientes com cânceres anteriores. No caso de histórico na família, a visita deve ser anual. “Em média, mesmo para pacientes sem histórico ou doença anterior, mas que vivem sob o calor intenso do Nordeste, por exemplo, esta consulta também deve ser feita uma vez ao ano”, explica.

Rapha

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