Conheça o vestido ideal para cada tipo de corpo

Conheça o vestido ideal para cada tipo de corpo

Saber sobre os cortes que mais se adequam ao biótipo é essencial na hora de eleger o modelito

Escolher o vestido de festa nunca foi uma tarefa fácil. Com decote, sem decote, tomara-que-caia, sereia, tubinho… a gama de opções é enorme e é quase impossível escolher logo de primeira. Afinal, o look usado no dia a dia é diferente do escolhido para uma ocasião mais formal. Por isso, conhecer as peças e cortes que mais valorizam o corpo é essencial na hora de eleger o modelito. Para facilitar a decisão, a empresária Diana Pizzi Janguiê, à frente da Delpizzi, dá dicas práticas para escolher o vestido ideal de acordo com o tipo de corpo. Triângulo invertido: Esse tipo de silhueta é caracterizado pelos ombros mais largos que a cintura e o quadril, por isso, pede um modelo que equilibre o volume da região. “Decotes em ‘V’ ou transpassados são ideais, pois chamam a atenção para outras áreas do corpo. Invista, também, em modelos com saias volumosas e detalhes na parte de baixo para desviar o foco dos ombros”, ensina Diana. Fuja do tomara-que-caia e da frente única e aposte em peças em tons sóbrios, como o azul marinho e o verde petróleo para a parte de cima. Pêra: Esse corpo é o contrário do triângulo invertido, ou seja, a medida dos ombros é menor que a do quadril e a cintura é bem fina. É o biótipo mais comum entre as mulheres brasileiras. Para este tipo, vale a regra “cores claras aumentam e escuras diminuem”. Por isso, invista em tonalidades claras e estampas na parte superior do corpo e aposte em modelos feitos com tecido leve para uma silhueta mais fluída. “Tomara-que-caia e frente-única são os maiores aliados do tipo pêra, pois evidenciam os ombros e disfarçam os quadris”, comenta a empresária, enfatizando que os modelos com cintura muito marcada e saias amplas devem ser evitados. Retângulo: A medida dos ombros, cintura e quadril são praticamente iguais, por isso evite vestidos retos e de modelagem muito ampla, pois evidenciam ainda mais a falta de curvas. O ideal é investir em um modelo tubinho e marcar a cintura com um cinto. Mas atenção, por ser mais informal, combine-o com um vestido de tecido nobre, como o veludo ou o cetim. “Recortes geométricos, bordados e drapeados laterais também ajudam a criar a ilusão de uma silhueta curvilínea”, diz. Na cartela de cores, fuja do preto e invista em um degradê que evidencie a cintura. Ampulheta: É o tipo de corpo mais proporcional de todos. Por ter a medida dos ombros em equilíbrio com a medida dos quadris, o corpo ampulheta fica bem em praticamente qualquer modelagem, principalmente as mais ajustadas, pois valorizam as curvas. “Aproveite para ousar nas cores, optando por rosas elétricos, laranjas e azul royal. Evite apenas cintos muito largos e vestidos muito amplos já que eles adicionam volume à região e tome cuidado, também, com o comprimento para não achatar a silhueta. Mantenha-o acima do joelho para eventos mais informais e se jogue no longo com fendas para ambientes mais sofisticados”, conclui a empresária.

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Rapha

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