De utensílio para carregamento a it bag

De utensílio para carregamento a it bag

O avanço da tecnologia possibilitou a criação de bolsas cada vez mais originais No mundo contemporâneo, onde as pessoas possuem cada vez menos tempo, fazer da bolsa objeto que simboliza um porto-seguro passou a ser habitual. Afinal, ao longo dos anos, o acessório tornou-se praticamente uma extensão do corpo feminino e mais: um aliado fiel, guardador de segredos e intimidades tanto no contexto interno como externo, já que por meio de seu design pode-se traduzir a imagem que a dona deseja passar. Não é possível saber quando a peça, ícone da feminilidade surgiu. É de conhecimento geral, porém, que se popularizou durante a Idade Média quando os homens passaram a usá-la para carregar alimentos e outros elementos essenciais de sobrevivência. Em 1929, contudo, as bolsas de grife começaram a ganhar vida na Europa pelas famosas mãos de Coco Chanel, pioneira na confecção do modelo tiracolo. Vendo esta produção como um cenário fértil de criação, Louis Vitton também passou a ditar a moda entre as bolsas e elaborou modelos variados tendo como principal característica o fato de trazer praticidade à vida da mulher. Nesta época, ainda, o acessório começou a ser símbolo de status, pois possuir uma bolsa com materiais nobres era ostentar uma alta posição social, o que ainda acontece. Em meados do século XX, com o avanço tecnológico, surgiu um grande leque de matérias-primas trazendo uma nova maneira de confeccionar aquelas que atualmente são itens indispensáveis no mundo fashion. É neste contexto de inovação, entretanto, que a Victor Hugo, sempre vanguardista, se posiciona como impulsionadora de produtos cada vez mais originais. De acordo com Kátia Gomes, empresária à frente da marca no Recife, as mulheres possuem uma verdadeira relação de amor com suas bolsas que ultrapassa a vaidade. Desde o seu surgimento na década de 70, até os dias atuais a marca é símbolo de moda e estilo de vida, além de ser considerada a mais importante grife de acessórios do mercado nacional. Buscando manter-se em sintonia com as últimas tendências de moda e com as mais recentes tecnologias de desenvolvimento de produto, a grife desenvolve matérias-primas e materiais exclusivos para sua produção junto aos melhores fornecedores do mercado europeu, visando ultrapassar a expectativa de seus clientes. A Victor Hugo está presente nas maiores cidades brasileiras: são 70 lojas com design arrojado e luxuoso e 350 multimarcas em todo país, que atendem uma seleta clientela. Desde 2004 está presente no mercado americano, com a uma boutique em Nova York, tomando assim um passo decisivo para o crescimento da marca no mercado internacional.

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Rapha

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